Pequeno documentário realizado por Afonso Lopes Ribeiro em 1947 acerca das comemorações do 8º centenário da conquista de Lisboa aos Mouros. As filmagens são do segundo cortejo, realizado a 20 de Julho de 1947. Este desfile foi presenciado por Eva Perón, esposa do ditador argentino Juan Perón. O primeiro cortejo tinha tido lugar em 6 de Julho.
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domingo, 17 de novembro de 2013
domingo, 11 de novembro de 2012
Exposição do Mundo Português em 1940
Um documentário produzido em 1941 por António Lopes Ribeiro, cineasta e propagandista do regime salazarista, pode ser visto hoje como documento histórico.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O terramoto de 1755 - partes 4 e 5 (documentário RTP)
Termina aqui a apresentação das duas últimas partes deste excelente documentário da Radiotelevisão Portuguesa, na passagem de mais um aniversário (o 255º) do grande terramoto que em 1 de Novembro de 1755 destruiu grande parte de Lisboa.
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
O terramoto de 1755 - parte 1 (documentário RTP)
Aproxima-se a data do 205º aniversário do terramoto que destruiu grande parte de Lisboa. Durante os próximos dias irá ser divulgado aqui o documentário em 5 partes que a RTP produziu para assinalar os 250 anos do acontecimento.
Aqui fica a 1ª parte.
Aqui fica a 1ª parte.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Mosteiro dos Jerónimos - visita virtual

Muito interessante. Entre por aqui,se faz favor.
Imagem: Mosteiro dos Jerónimos nos primeiros anos do século XVIII. Biblioteca Nacional, Iconografia, E979A.
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sábado, 12 de setembro de 2009
Monumentos portugueses (6) - A igreja de Santa Engrácia, um dos Panteões Nacionais de Portugal
Principiemos por uma curiosidade: a igreja de Santa Engrácia não se situa na freguesia do mesmo nome, mas na de São Vicente de Fora. Esta mudança ocorreu no século XIX e não implicou qualquer deslocação material do templo - foi o resultado de uma alteração administrativa. Santa Engrácia e São Vicente de Fora - atente-se ao nome - eram paróquias (mais tarde designadas por freguesias) que ficavam fora da cerca fernandina e, portanto, fora da cidade de Lisboa, aquando da sua criação no século XVI. E assim se mantiveram até aos inícios do século XIX, quando o aumento populacional e a expansão da área urbana para oriente fizeram com que a cidade englobasse, por fim, as paróquias.
Para além da peculiaridade referida, Santa Engrácia, a igreja, tem uma história invulgar. O primitivo lugar de culto foi mandado erguer naquele lugar pela infanta D. Maria, filha do rei D. Manuel I, em 1568. Um temporal em 1681 danificou-a bastante, de tal modo que no ano seguinte foi iniciada a construção de uma nova igreja no mesmo local. Foi o primeiro edifício de traça barroca em Portugal.
O ditado "obras de Santa Engrácia" é aplicado em Portugal a uma obra que se arrasta no tempo, sem conclusão á vista. E, de facto, a construção da nova igreja de Santa Engrácia demoraria 284 anos a terminar: só em 1966 ficou concluída.
Actualmente, a igreja é um dos Panteões Nacionais de Portugal (o outro é o mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, onde estão sepultados os dois primeiros reis de Portugal). Em Santa Engrácia encontram-se os túmulos dos escritores Almeida Garrett (1799-1854), João de Deus (1830-1896), Guerra Junqueiro (1850-1923) e Aquilino Ribeiro (1885-1963), do general Humberto Delgado (1906-1965), opositor ao Estado Novo, assassinado pela polícia política da ditadura, da fadista Amália Rodrigues (1920-1999) e dos presidentes da República Manuel de Arriaga (1840-1917), Teófilo Braga (1843-1924), Óscar Fragoso Carmona (1869-1951) e Sidónio Pais (1872-1918). Santa Engrácia abriga os memoriais fúnebres (cenotáfios) de personagens da História de Portugal entre os séculos XIV e XVI, como Nuno Álvares Pereira, Infante D. Henrique, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque e Luís Vaz de Camões.
Imagem: Igreja de Santa Engrácia. Foto de JorgeF.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
860 anos da tomada de Lisboa aos Mouros

Passam hoje 860 anos sobre a conquista de Lisboa aos Mouros, encetada por D. Afonso Henriques com o auxílio de cruzados estrangeiros.
Imagem: "Tomada de Lisboa aos Mouros", aguarela de Roque Gameiro.
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